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terça-feira, 12 de junho de 2012

Dica de Game: Cold Fear


INTRODUÇÃO

Cold Fear é um jogo de Survival Horror desenvolvido por Darkworks e publicado pela Ubisoft. Foi lançado para Windows em 29 de abril de 2005, na Europa e em 17 de maio de 2005, para América do Norte. Também foi lançado tanto para 2005, o PlayStation 2 e Xbox em 4 de março, na Europa e 15 de março de 2005 na América do Norte.

Medo não é uma emoção fácil de se capturar em palavras. O mesmo acontece nos games - a série Resident Evil capitalizou os sustos, mas só depois de alguns anos que títulos como Silent Hill e Fatal Frame começaram a explorar as possibilidades do terror psicológico em mídia interativa. A Ubisoft decidiu seguir a tendência com Cold Fear.
SINOPSE

O enredo do jogo conta a história de uma navio russo que caçava baleias, encontrado pela guarda costeira norte-americana. Tom Hansen, um dos membros da organização governamental, decide investigar a embarcação aparentemente abandonada. A embarcação está no meio de uma tempestade no estreito de Bering. E o que encontra é um massacre e, pior, os inimigos não parecem humanos normais.

O DESENROLAR DA HISTÓRIA

Quem já está acostumado com o gênero já deve suspeitar que o navio vai parecer vazio no começo, para então revelar algo que não é exatamente humano. Em pouco tempo, a investigação de rotina se torna uma batalha pela sobrevivência.

A Ubisoft promete diversos elementos assustadores, do mar bravio - que resulta em ambientes dinâmicos - aos inimigos inteligentes, a trama cheia de surpresas trará horror aos corações mais fortes... um salva-vidas não será o suficiente para sair dessa vivo.

JOGABILIDADE

O jogador tem a opção de empregar dois tipos de visão no game. A primeira delas é uma câmera "dramática", que capta a ação de diferentes posições, como se acostumou a ver na série "Resident Evil" até o episódio "Code: Veronica". Mas é mais provável que os jogadores passem a maior parte do tempo na visão "quase-primeira pessoa", usado com perfeição em "Resident Evil 4" ou "Dead Rising". É que nesse modo que pode ser usado a lanterna para iluminar seu caminho. Na verdade, o equipamento pode ser usado no modo de terceira pessoa, mas os controles ficam impraticáveis.

Como em vários aspectos do game, a fonte de luz possui alguns problemas. De vez em quando, Tom Hansen insiste em levantar sua arma (a lanterna está acoplada à pistola) e deixar de iluminar a sua frente. Existem diversas armas no jogo, mas a pistola será uma das mais requisitadas, visto que ela é uma das poucas que possui iluminação.

Mas o verdadeiro inimigo de "Cold Fear" é sua despreocupação em facilitar a vida do jogador. Alguns exemplos ilustram isso claramente: os saves só podem ser feitos em lugares e momentos pré-determinados. Administrar a energia de Tom Hansen também é outro ponto complicado para o jogador, visto que os itens de cura, apesar de relativamente fartos, só podem ser usados onde são encontrados. Existe também uma barra de fôlego para limitar a opção de correr. Essa é mais uma característica do game que não funciona, pois só serve para matar o personagem - tendo em vista que alguns eventos necessitam dessa barra e, se você inadvertidamente não estiver com 100% da barra, o fim de jogo precoce é quase certo.

O jogador também pode se perder fácil nos diversos locais do game. São muitas salas e corredores, e não há nenhuma opção de mapa. E os inimigos, como legítimos zumbis, são praticamente imortais, sendo necessário explodir seus crânios a tiros ou derrubá-los no chão e mandar pisões nas respectivas cabeças a fim de exterminá-los por completo. Isso começa a ser problema se muitos inimigos aparecerem ao mesmo tempo. Enfim, definitivamente, o jogo não traz mordomias para o jogador.

ANÁLISE

Se há algo que não se pode esperar de "Cold Fear" é originalidade. Para quem joga videogame há algum tempo, certamente notará a maioria das referências usadas no jogo, para não dizer em simples e descarada cópia de clássicos como "Silent Hill" e "Resident Evil 4".

Apesar de beber nessas fontes, a qualidade geral é apenas mediana, mas também não se trata de um game imediatamente dispensável. Com sua construção minimamente decente e algumas dificuldades de operação - que podem ser encaradas como defeitos, dependendo do ponto de vista - o game é excessivamente frustrante para os padrões atuais.

A Darkworks herdou o legado de "Alone in the Dark", produzindo a boa quarta versão do clássico. "Cold Fear", apesar de sua construção competente, peca em pequenos, porém, numerosos defeitinhos que vão limando a qualidade geral. O título vale um aluguel pelo enredo e alguns momentos inspirados, mas nada além disso. Mesmo porque não há quase nenhum extra.

Veja abaixo alguns videos de gameplay do jogo:
 
 

 


Tenha bons sonhos, se puder...

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