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terça-feira, 29 de maio de 2012

Vodu



O Vodu é um sistema de magia negra e branca, muito antigo e primitivo, que deriva da teologia e cerimonial africano. É um complexo de crenças e rituais religiosos africanos e católicos que estabelece uma ligação vital entre o mundo material e o mundo dos espíritos, e governa em grande extensão a vida dos camponeses haitianos.

As diversas deidades da religião Vodu chamam-se loas. (Loa significa "espírito", na língua congo.) O propósito último do Vodu é permitir que os loas, que possuem o poder das forças naturais, se manifestem no corpo humano vivo, de modo que a pessoa possuída possa ser fortalecida por sua energia e sabedoria divina.

Dizem que, quando um homem ou uma mulher fica sob a possessão de um loa, o espírito sobe em seus ombros, da mesma forma que um cavaleiro monta no cavalo.

Cada loa deve ser reverenciado em seu dia próprio e "alimentado" com uma oferenda de galinhas ou cabras sacrificadas, frutas e outros alimentos.

Sem a posse dos corpos físicos e as oferendas dos animais sacrificados, que são tradicionalmente deixados em encruzilhadas à meia-noite, os loas perderiam seus poderes sobrenaturais e desapareceriam para sempre.

Há duas categorias principais de deidades no Vodu: os loas Rada e os loas Petro.

Há também classes menores de loas, que incluem o Congo, o Ubo, o Nagô e o Wangol.

O Vodu foi criado nas Antilhas por escravos africanos que tinham sido vendidos para os comerciantes de escravos pelos seqüestradores africanos e transportados para o Caribe. O comércio de escravos ocorreu em diversas tribos africanas, cada uma com suas próprias práticas e crenças religiosas. Isso explica a razão para que as deidades do Vodu sejam agrupadas em diferentes categorias.

Os Rada são loas protetores, principalmente os de origem beninense e nigeriana, sendo invocados principalmente nos rituais de magia branca. O nome Rada deriva de uma aldeia em Benin chamada Arada.

Os Petro são loas agressivos que foram trazidos para o Haiti, em 1768, por um houngan (sacerdote do Vodu) espanhol chamado Dom Pedro, que era bem conhecido por ter introduzido a prática de beber rum misturado com pólvora bem moída. O houngan espanhol também introduziu uma variedade de novos ritos de Vodu entre os escravos haitianos, incluindo uma arrebatada dança dos espíritos, mais violenta que as antigas danças Rada executadas pelos sacerdotes e sacerdotisas da ilha. Portanto, o culto Petro de magia negra e seus loas são denominados, segundo Dom Pedro, o "mensageiro divino" responsável por sua adoração.

A adoração do loa é dirigida pelos houngans e mambus, os respectivos sacerdotes e sacerdotisas do Vodu. Usando a magia branca, eles curam pessoas doentes ou machucadas; usando magia negra, eles conseguem fazer um morto retornar à vida como zumbis para trazer problema ou até mesmo a morte a um inimigo.

A previsão é outra função importante dos houngans e mambus, e é como videntes que costumam se empregar. A vidência geralmente acontece enquanto sob a posse de um loa, mas outros métodos são usados, como o da leitura do cristal.

Na cerimônia haitiana de invocação do loa, veves (intrincados emblemas simbólicos de vários loas a serem invocados) são desenhados com farinha ou cinzas, no chão da clareira onde dois santuários peristilo (um para os loas Rada e um para os loas Petro) foram erguidos. No centro do peristilo fica o poteaumitan, o mastro central dedicado ao loa Legba através do qual surgem os loas. As velas coloridas apropriadas para cada loa são fixadas sobre os veves, e orações especiais, que incluem a Ave-Maria e o Pai-Nosso, são rezadas.

Ao final das orações, os tambores do Vodu começam a tocar, e uma galinha, cabra ou outro animal é sacrificado e entregue ao cozinheiro, que o prepara para o altar do loa. Canções especiais são entoadas para os loas, enquanto os tambores seguem um ritmo apropriado, e a invocação se inicia.

Os tambores estão entre os símbolos centrais do Vodu haitiano. São considerados sagrados, por serem importantes no ritual de invocação do loa.

O tocar dos tambores tem muitas funções no ritual de Vodu. Pela combinação de ritmos tocados pelas baquetas, tambores médio e mestre e um par de pratos de metal chamado ogan, os dançarinos conseguem entrar em transe. Geralmente esse estado é atingido pela manipulação de ritmo e métrica, incluindo poderosas interrupções rítmicas chamadas casses, executadas pelo mestre dos tambores. A música de percussão também é essencial para manter o cenário do ritual depois que os dançarinos foram possuídos pelos loas. É da maior importância que os músicos mantenham os loas dançando e usem ritmos especiais para expulsar qualquer espírito indesejado. Numa cerimônia Vodu, os devotos possuídos pelos loas podem aconselhar os problemáticos e executar milagres, como curar os doentes e adivinhar acontecimentos.

COMO FAZER UM BONECO VODU


Ninguém sabe como os bonecos de vodu se tornaram conhecidos como algo que serve para lançar feitiços em uma pessoa, mas, assim como os tabuleiros ouija e as cartas de tarô, eles são populares fora das tradições espirituais em que se originaram. Se estiver interessado em aprender a fazer um, aprenda abaixo:

ATENÇÃO: Nossa intenção não é incentivar a prática de magia negra, e sim de informar os leitores que se interessam pelo assunto. Não nos responsabilizamos por possíveis danos de pessoas que venham por ventura praticar o ritual abaixo.

PASSOS

1- Junte os materiais necessários listados abaixo:
  • Duas varetas grossas, ou dois pedaços de galho.
  • Barbante
  • Musgo espanhol
  • Um pedaço de pano.
  • Botões
  • Enfeites opcionais para o boneco. 
2- Faça uma cruz com duas varetas. Amarre-as juntas com o barbante. Sisal ou barbante encerado são melhores por serem mais resistentes.

3-  Enrole o musgo espanhol em torno das varetas, começando no meio para reforçar e passando pela cabeça, braços, meio e pés. Se possível, enrole o musgo sem quebrá-lo, usando uma única tira comprida ao redor do boneco. A idéia é fazer tudo em um movimento contínuo (o que resulta em um boneco mais resistente). Se quebrar o musgo, comece enrolando sobre a ponta para evitar que se solte. Se enrolar firme, não precisará usar barbante sobre o musgo.


4- Enrole o pano sobre o musgo, deixando um pouco à mostra nas extremidades. Prenda com cola. Se quiser, reforce com alguns pontos de costura.


5- Faça o rosto. Prenda contas com linha ou cole duas ervilhas pretas para fazer os olhos. Coloque um botão ou conta para formar a boca.

6- Vista o seu boneco de vodu. Este passo é totalmente opcional, mas talvez você sinta o que o boneco representa, se ele quer vestir algo, se é homem ou mulher e que tipos de objetos ele quer carregar, como uma bolsa medicinal ou uma sacola feminina. Lembre-se de que o boneco de vodu deve representar uma pessoa real ou espírito. Algumas vezes eles são feitos para se parecer com alguém que você conhece; neste caso, você deve usar um pedaço da roupa ou dos cabelos daquele indivíduo na confecção do boneco, para dar a ele um pouco da energia daquela pessoa.


Tenha bons sonhos, se puder...

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