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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Os caixões assombrados de Barbados


Como todo mundo sabe, os caixões são objetos que não se movem por aí sozinhos, especialmente se eles forem feitos de chumbo e se já estiverem enterrados em suas “moradas” definitivas. Isso, claro, se não estivermos falando das mortalhas da família Chase que, desde o começo do século 19, se tornaram uma lenda em Barbados, nas Antilhas.

Segundo a lenda, a família Chase era de origem inglesa e chefiada por Thomas, um homem detestável conhecido pela comunidade por sua crueldade. O malvado tinha duas filhas — uma adolescente e uma bebezinha —, e comprou uma cripta na paróquia local de Oistins, na região de Christ Church, que já era ocupada pelo cadáver de outra pessoa, uma mulher chamada Sra. Goddard que havia sido depositada ali em 1807.

Em 1808, a filha mais nova de Thomas, Mary Ann, foi o primeiro integrante da família Chase a ocupar a cripta e, em 1812, Dorcas, a outra filha do malévolo, também veio a falecer, dizem que de inanição, como vingança pela crueldade do pai.


Um mês após a morte de Dorcas, Thomas também bateu as botas e, quando abriram a cripta para enterrar o homem, os caixões das duas filhas — que eram feitos de chumbo — se encontravam virados de forma estranha. As pessoas que acompanhavam o funeral pensaram que a bagunça se tratava de um ato de vandalismo, e os ataúdes foram reorganizados e a cripta lacrada com uma enorme pedra de mármore.

Quatro anos mais tarde, a catacumba foi reaberta para receber o corpo de Samuel Brewster Arnes — um parente dos Chase — e, mais uma vez, os caixões dos integrantes da família foram encontrados desordenados. Além de fora do lugar, o ataúde de Thomas estava de cabeça para baixo na posição vertical e encostado em uma das paredes, enquanto que a mortalha da Sra. Goddard, feita de madeira, era a única que continuava intacta.

Esquema da posição em que os caixões se encontravam.

Dois meses depois, a cripta foi reaberta para o enterro de mais um parente — outro Samuel Brewster —, e os caixões foram encontrados bagunçados de novo. Só quando o último ocupante (uma mulher chamada Thomasina Clark) foi colocado ali em 1819, é que as autoridades resolveram intervir, espalhando areia pela cripta — para flagrar possíveis pegadas —, lacrando a entrada e aplicando selos oficiais.

A entrada da cripta.

Passado um ano, depois que a lenda sobre os caixões já havia se espalhado, o próprio governador de Barbados ordenou a abertura da cripta. O local continuava lacrado e os selos intactos, no entanto, a entrada teve que ser forçada porque uma das mortalhas se encontrava contra a porta! A areia espalhada pelo chão não delatava qualquer pegada e, desta vez, o caixão da Sra. Goddard se encontrava destruído.

A população ficou apavorada, e os caixões acabaram sendo removidos da cripta e enterrados separadamente em outros lugares. Na época, circulou o rumor de que os ataúdes eram movidos pelo espírito da Sra. Goddard, que estaria descontente de ter sua morada final invadida por estranhos ou, ainda, de que a pobre mulher seria uma vampira.

Visão aérea da cripta.

Outra teoria para explicar o caso dos caixões se baseava em possíveis fenômenos naturais, como a ocorrência de enchentes e até tremores de terra. Tanto uma teoria como a outra foi descartada por cientistas ao longo da História, pois, além de Barbados não estar situado em uma região de atividade sísmica, o solo no local onde a catacumba se encontra é poroso o suficiente para prevenir inundações.

Além disso, existem registros da existência de lendas idênticas provenientes de outros locais, como é o caso de uma conhecida na Estônia. E mais: apesar de a cripta realmente existir, nenhuma referência oficial da lenda jamais foi encontrada, restando apenas supostos relatos da época, o que torna todo o conto historicamente duvidoso. Por outro lado, a fábula dos caixões persiste, e continua sendo uma ótima anedota de terror para contar aos amigos.

Fonte: Megacurioso

Tenha bons sonhos, se puder...

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