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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Biografia não autorizada de Walter Sullivan - CAPÍTULOS I E II

Primeiramente, essa Fanfic não é de autoria minha. Ela foi retirada de uma comunidade já deletada de "Silent Hill 4: The Room" do Orkut. Eu achei essa Fanfic SENSACIONAL, e não merecia ser perdida junto com a comunidade, então resolvi salvá-la no meu e-mail.

Quem conhecer o autor dela, ou até mesmo se o autor dela estiver acompanhando o Blog e reconhecê-la, por favor entre em contato comigo para que eu possa deixar os devidos créditos.

Bom, pra quem não o conhece, Walter Sullivan é o antagonista do game Silent Hill 4: The Room, esse da foto, e essa Fanfic contará sua história desde o nascimento, até morte e pós-morte (quando ele se torna um espírito e continua o ritual).

Quem já jogou o game vai gostar da Fanfic, e quem não jogou também vai gostar, porque ela é muito interessante.

Como ela é muito grande, vou dividir seus capítulos em postagens que serão feitas no decorrer dos dias. No final, todos os capítulos estarão disponíveis no marcador da Fanfic.

Bom, é isso. Aproveitem!

OBS: Nada nela foi alterado, está exatamente do jeito que o autor escreveu.

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Capítulo I: Nascimento

Ano de 1970. Fim de tarde em Ashfield. O sol poente dava uma cor mais viva ao cinza-morto da cidade. Carros passavam sem pressa diante do South Ashfield Heights. Enquanto isso, no quarto 302, uma criança nascia. Seus pais biológicos, ao verem aquela criatura pequena, fraca e ensangüentada, olharam-se temerosos. O que temiam, não se sabe. O que se sabe é que apenas levantaram-se, puseram algumas poucas roupas em uma mala e foram embora, deixando o pobre bebê abandonado no chão do quarto, enrolado em alguns trapos sujos.
Esse bebê permaneceu por lá um bom tempo... Aliás, muito mais tempo do que um bebê poderia agüentar. Esse bebê era mais forte do que seus pais pensavam, e estava predestinado a realizar grandes feitos...

. . .

Após vários dias, um homem ouviu o choro já enfraquecido vindo do 302. Era Frank Sunderland, o superintendente do prédio. Como ele poderia imaginar que, ao vir cobrar o aluguel do apartamento, encontraria uma criança abandonada?
Ele pegou a criança no colo. Ela já não chorava mais, mas respirava com muita dificuldade. Os trapos que o envolviam estavam extremamente sujos. No quarto, baratas corriam pelas paredes, ratos de escondiam nas frestas... O homem ficou impressionado que o bebê tenha sobrevivido em meio a esse ambiente pútrido. Quando estava indo em direção à porta, viu um pequeno bilhete sobre uma mesa. Nele estava escrito “WALTER SULLIVAN”.

Capítulo II: Uma chance de continuar

Frank estava com o pequeno bebê em seus braços. O cordão umbilical estava quase que totalmente seco e rompeu-se no ato de carregar a criança. Sem saber ao certo porque, Frank guardou o cordão consigo. Pelo bilhete, julgou que a criança deveria ser chamada de Walter Sulliavan.

Enquanto descia as escadas rumo ao estacionamento do prédio, cruzou com o recém-mudado Richard Braintree. Conhecido por seu gênio difícil e intenso mau-humor Richard, mal tendo visto Frank, lançou uma lista de reclamações:

- Olha, não sei por que as pessoas se dão ao trabalho de chamar um incompetente como você de síndico. O vizinho do 206 faz barulho até as 3 da madrugada, tem um vazamento imenso no meu banheiro e além disso...

-Com licença Sr. Richard, mas estou com muita pressa. Encontrei esse bebê quase morto no 302 e tenho que levá-lo ao hosp...

-Que eu saiba levar esse monte de trapo semi-morto não vai consertar o vazamento do banheiro ou silenciar o idiota do vizinho.

Mas Richard já estava falando sozinho. O síndico descia as escadas para chegar à garagem. Menos de 5 minutos depois de entrar no carro, chegou ao Hospital St. Jerome.

Frank deixou Walter sob os cuidados das enfermeiras e voltou ao prédio. Afinal, era um homem ocupado e já havia feito muito em salvar uma criança que nada tinha a ver com ele. Com certeza os médicos cuidariam da criança daí para frente e as autoridades se encarregariam de encontrar os pais do bebê.

Dias e mais dias se passaram. Aos poucos, o bebê ia se recuperando. Frank o visitou umas duas vezes, mas depois não apareceu mais. Quase um mês e meio depois de internação, Walter já estava apto a voltar para casa... Mas que casa?
As autoridades procuraram pelos pais da criança, sem sucesso. Aparentemente, haviam saído do país, deixando o bebê a mercê da sorte. O juiz de Ashfield decidiu então que Walter deveria ser mandado Wish House, um orfanato mantido pela “Silent Hill Smile Support Society”, uma organização que cuida de crianças sem lar, na cidade de Silent Hill.

Tenha bons sonhos, se puder...

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