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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Relato real: GG


Bem, se me contassem a história que vos vou contar agora, provavelmente eu ficaria incrédula, mas como aconteceu comigo, eu vi, ouvi e senti, posso dizer que não há ninguém que acredite mais do que eu.

Posso dizer também que desde criança que eu via e ouvia coisas, para mim eram normais, não entendia quase nada disso de espíritos, era apenas uma criança inocente. Só comecei mesmo a prestar atenção quando vi o meu avô que já havia falecido há mais de 10 anos e minha família ficou alerta quando o descrevi completamente sem nunca tê-lo visto, foi nessa altura em que quiseram me levar a um centro espirita entre outras coisas.

Voltou a acontecer quando eu, minha mãe e meu irmão nos mudamos para Portugal. Minha mãe tinha feito uma viagem para Santiago de Compostela e me trouxe uma lembrança tipica de lá, que era uma bruxinha. Essa bruxinha tinha um sensor de movimento, quando alguém passava à frente soltava aquela gargalhada que até então eu achava engraçada.

Estava a dormir uma noite no meu quarto sozinha, e por hábito deixo sempre a porta fechada. A boneca ficava num móvel em frente a minha cama, porém virada para a parede onde obviamente não havia nenhum movimento. Eram 2:40h da manhã quando acordei assustada pois a boneca estava a rir constantemente, nessa noite fui dormir com a minha mãe.
Nós morávamos num prédio que era diferente dos outros, o que era diferente? Bem, todo mundo que ia morar nesse prédio, passado menos de 1 mês mudava-se para outro lugar. Era um prédio de 6 andares, com 2 apartamentos por andar, e apenas 3 apartamentos estavam ocupados. O nosso, o do nosso vizinho debaixo que era metaleiro e morava com a sua mãe, e no último andar um outro casal de Brasileiros.

O meu vizinho debaixo que estudava na mesma escola que eu, começou a criar um laço de amizade comigo. Passado um tempo começou a se abrir comigo dizendo que havia espiritos no prédio, que alguma coisa já havia acontecido alí. Eu não me acreditava, achava que era meio maluquinho da cabeça e até ri dele, mal eu sabia que havia mesmo.

Algumas semanas depois disso, sempre que dava 2 horas da manhã uma criança começava a chorar no prédio, um choro forte que todo o prédio conseguia ouvir, mas o problema é que não havia nenhuma criança no prédio. O casal que morava em cima não tinha filhos, embaixo não havia crianças. Não havia nenhuma criança no prédio e o choro se repetiu durante longos meses sempre a mesma hora.

Passado alguns anos, com apenas alguns acontecimentos a se passarem no prédio, já quase ninguém ligava a isso já que ninguém saia realmente afetado.

Já quando comecei a sair a noite para festas, muitas vezes voltava para casa e ouvia pessoas a conversarem no prédio, mas não havia ninguém, sentia as vezes até a sensação de alguém passar por mim e tocar-me.
Até que uma vez tomei coragem de ir pelas escadas invés de ir pelo elevador, e vi uma senhora a subir as escadas rapidamente como se estivesse a tentar se esconder. Voltei para baixo a correr por estar assustada e encontrei uma criança a olhar para mim entre a porta das escadas do 1º andar, abri a porta a tentar ver se ela era real, se era uma pessoa viva, mas quando abri completamente a porta não tinha lá ninguém.

Voltei para casa e fui dormir novamente com a minha mãe.
Algumas noites a seguir, o meu irmão que era incrédulo nessas coisas de espiritos, até ficava a rir de mim quando eu dizia que tinha visto algo. Ele ficava muitas vezes a noite jogando no computador na sala. Estava sentado virado para a porta da sala as 3:30 da manhã quando levantou os olhos e viu uma mulher loira e branca como se estivesse a flutuar a passar do meu quarto para a cozinha. Ficou imóvel e cheio de medo durante quase 30 minutos, quando resolveu correr para o meu quarto e dormir lá.

Eram 7:00 da manhã quando acordamos com um cheiro estranho dentro de casa, levantamos e fomos a procura da razão daquele cheiro. Chegamos a cozinha e demos com o forno ligado, desligamos imediatamente nos perguntando quem poderia ter deixado o forno aceso e o porquê, até que minha mãe resolveu abrir o forno e lá encontramos uma faca com o cabo derretido e algumas manchas na lâmina. Foi aí que percebemos que não tinhamos sido nós, nunca teriamos posto uma faca no forno.

Aconteceram muitas coisas ainda antes de nos mudarmos de casa, mas nada foi tão assustador como nesse dia.

Mudamos de casa a mais ou menos 1 ano atrás e ainda me lembro que 1 dia antes de me mudar, antes de dormir senti o meu corpo todo a ficar gelado e quando abri meus olhos vi um vulto preto em cima de mim me pressionando sobre a cama, estava imóvel, gelada e nem sequer conseguia falar, foi terrível, e aí finalmente dei razão ao meu irmão quando dizia que sempre que estava deitado sentia que tinha pessoas perto dele, e quando ele abria os olhos conseguia vê-las a saírem correndo. Graças a Deus, nunca mais voltou a acontecer nada desde que mudamos de casa, e espero que não volte a acontecer.
Essa é a nossa história, e como eu não acreditaria se me contassem, digo-vos: acreditem se quiserem.
Mando uma foto da faca, fica a vosso critério.

GG



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Apavorante! Fiquei curiosa pra conhecer esse prédio.

Tenha bons sonhos, se puder...

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